[15/08/2010] Fluminense 3 x 0 Internacional

Que Campeonato! Que dia! Que Fluminense! Não havia uma maneira melhor do recomeçar esta coluna do blog: vitória contagiante, apresentação da nova promessa do Campeonato, ampliamos a diferença em relação ao segundo colocado e, como de costume, a torcida tricolor deu mais um show fora das quatro linhas.

Apresentação do Deco

Mariano foi o autor do primeiro gol do jogo. Depois de um lindo lançamento de Leandro Euzébio, o lateral chutou, a bola desviou no zagueiro colorado e foi no cantinho de Renan. Sinceramente, esse foi um dos lances mais feios que eu já vi no futebol, mas, quem importa? Eu não. “Quem quer ver espetáculo que vá ao Teatro Municipal”.

O mais engraçado é que o Maracanã é o Teatro Municipal do futebol, claro que apenas quando atores como Fernando Henrique, Emerson, Diguinho e, até mesmo o próprio Mariano atuam. Muito (repito: muito) contestados no passado (e, por sinal, ainda hoje) estão dando aulas de como jogar. E a plateia parece estar gostando.

Aliás, se não estivesse, qual seria o motivo de cinquenta mil tricolores (vivos, doentes e mortos) saírem de suas casas, comprar um ingresso apenas para assistir à apresentação? Qual seria o motivo, então, para a torcida encantar o país mais uma vez ao realizar um dos mais belos mosaicos do futebol?

1970, 1984 e 2010

Dario Leonardo Conca (falta de respeito aos Deuses do futebol citá-lo sem dizer seu nome completo) parece não estar em uma boa fase. O argentino vive em boa fase.  Washington e Emerson que assim nos digam, pois, estão devendo ao melhor jogador do Brasil (e, talvez, o mundo) o segundo e terceiro gol, respectivamente.

Ainda prefiro manter os pés no chão, como o comandante Muricy Ramalho faz questão de enfatizar. Restam ainda 24 rodadas, 72 pontos em jogo e, conhecendo o estilo de jogo do aprendiz de Telê Santana, fico com um pé atrás se jogaremos sendo tão envolventes nas próximas rodadas, mas, “se o Flu jogar sempre assim, vai ser difícil ser batido“.

Finalizando, a situação do Fluminense está tão crítica, que, mesmo que vençamos todos os próximos jogos, não passaremos ninguém na tabela. Pode isso, Arnaldo?

Deixe um comentário

Fim das férias

Depois de mais de seis meses parado, o blog FluPress volta às atividades a partir desse domingo, dia 08 de agosto de 2010.

Esse artigo é só um informacional para re-estreiar o site, que, dessa vez, contará com vídeos criados exclusivamente, fotos, crônicas, análises etcétera e tal.

Gostaríamos de avisar também que, caso, por um milagre, alguém queira participar da equipe, entre em contato com a gente comentando nesse post. Estamos procurando colunistas, que escreveriam suas postagens uma vez por semana, ou a cada quinze dias (a frequência a gente acerta depois) ou cronistas.

Por enquanto é só isso, ainda essa semana voltaremos com as atualizações!

Abraços,
Carpanese

Comentários (1)

[24/02/2010] – Confiança x Fluminense

Na próxima segunda-feira o Fluminense viaja para Aracaju, no Sergipe. O time de guerreiros enfrentará o Confiança, em confronto válido pela Copa do Brasil, na quarta-feira, dia 24 de Fevereiro. O jogo será no Estádio Batistão, que tem capacidade para 19.500 torcedores.

Fundado em 01 de Maio de 1936, a Associação Desportiva Confiança tem 18 títulos do Campeonato Sergipano, sendo o segundo maior vencedor, e possui a melhor campanha de um time sergipano na Copa da Brasil, já que chegou às oitavas de final da competição em 2002 e terminou na 12ª colocação. O Confiança atualmente briga pelo tricampeonato sergipano, ocupando a 2ª posição no estadual.

Escudo da Associação Desportiva Confiança.

A Copa do Brasil é uma competição muito querida pela mídia e pelo povo brasileiro por trazer à tona clubes do interior cuja existência geralmente não conhecemos e por realizar confrontos espetaculares em suas fases decisivas. Mais do que isso, a competição é o atalho para a Copa Libertadores do ano seguinte, tendo em vista que o campeão automaticamente garante uma vaga no torneio internacional.

O Fluminense deve entrar com toda a vontade na competição, visando ao título. A Copa do Brasil 2010 pode ser uma das grandes expectativas da torcida tricolor neste ano. E o primeiro passo será dado contra o Confiança – SE. Caso o Fluminense vença a partida de ida por dois gols de diferença ou mais, eliminará o jogo de volta e estará automaticamente classificado para a próxima fase.

Cuca já declarou que o Fluminense vai para o jogo com sua força máxima, ou seja, o time titular. Porém, o time terá alguns desfalques. Por enquanto o desfalque certo é Diguinho, que levou uma suspensão no Brasileirão de 2009 e não pode jogar contra o Confiança. Por contusão, Maicon e Dalton estão em fase final de recuperação e devem integrar o resto do grupo na próxima segunda-feira, mas não são garantidos na partida.

Maicon e Dalton são as dúvidas para o jogo.

O confronto poderá ser uma prévia do que irá acontecer com o time daqui para frente, e, tendo em vista que o Flu já ganhou esse torneio, será que não teremos uma vantagem sobre o Confiança?

Heitor Paes de Andrade

Comentários (1)

[Estatísticas] [07/02/2010] Fluminense x Olaria

Amanhã o Fluminense enfrentará o Olaria lá no Engenhão pela última rodada por “pontos corridos” da primeira etada do Campeonato Estadual de 2010.

A partida entre as duas equipes já foi feita 114 vezes, com 79 vitórias fluminenses e apenas 11 do adversário. Obviamente, já ocorreram 24 empates.

Digão volta a jogar após dois meses machucado

Talvez a maior invencibilidade do campeonato esteja nessa partida: o Olaria não ganha do Fluminense há 8 anos e 4 dias! 397 gols aconteceram desde o primeiro jogo, média de 3,48 (alta, não?).

Falando no primeiro jogo, a primeira partida realizada entre as duas equipes ocorreu em 03 de Abril de 1932. 17 anos após a fundação do clube pequeno.

Apesar de termos ganho todos os jogos contra times pequenos até agora, temos que levar em conta que o Olaria quase que ganha do Flamengo na rodada passada. Precisamos urgentemente voltar a jogar como guerreiros agora, para não tomarmos sufoco nais finais, caso contrário, não vai dar pra pensar em ser campeões.

Deixe um comentário

[04/02/2010] Fluminense 3 x 0 Boavista

E o Fluminense continua invito para os times pequenos neste Carioca! A vítima de ontem foi o Boavista, que até poderia ter levado mais perigo ao Maracanã se não tivessem dois jogadores expulsos.

Cobrança de penalti do Conca

A postagem de hoje será curta. Não falarei sobre o jogo em si, mas, sim, da atitude que o time apresentou em campo. Foi, sem dúvidas, a seguinda pior partida do ano [a primeira foi o Fla-Flu (segundo tempo)]. O time, infelizmente, voltou a apresentar aquele futebol que nos levou aos 98% de chance de rebaixamento.

Destaque, se é que podemos chamar assim, foi para o ataque do tricolor. Depois que ficamos com uma vantagem de dois jogadores, fizemos os gols apenas no final da partida, tendo perdido oportunidades i-n-a-c-r-é-d-i-t-á-v-e-i-s!

Alan passando pelo goleiro

Não sei se a partida contra o Império do mal, na semana passada, teve alguma influência ou se sentimentos, principalmente, a falta dos titulares. Só sei que será muito difícil conseguirmos o título com a vontade que o time mostrou em campo, ontem. Vamos torcer para que o time mostre a garra das primeiras partidas; para ganharmos o estadual; e, principalmente, vamos torcer para o F.F.C.

Deixe um comentário

[Estatísticas] [04/02/2010] Fluminense x Boavista

Hoje, às 21h e 50min, o Fluminense irá enfrentar o Boavista tentando se recuperar da derrota perante o Flamengo no último dia 31.

Ambos os times já se enfrentaram três vezes, com uma vitória tricolor e dois empates. O Boavista foi fundado com base no E.C. Barreira, time pelo qual o Flu também nunca perdeu, sendo duas vitórias tricolores e outro empate.

O Tricolor das Laranjeiras não perde pro BV há 2 anos, 10 meses e 2 dias. Foram feitos 13 gols em 3 jogos, dando uma média de 4,33 por partida!

A primeira partida aconteceu no dia 08 de  Abril de 2007, espero que a gente continue com esse invencibilidade e, de preferência, com mais uma vitória!

Escudo do Boavista-RJ

Vamos ver o que vai dar… o nosso time é, sem dúvidas, mais forte. Entretanto, estamos com o psicológico bem abalado (falei que nem profissional agora) pela derrota de domingo. Aposto em um empate, e você?

Deixe um comentário

[31/01/2010] Fla-Flu

Sei que o pior já passou e que deveria estar com a programação normal, fazendo uma análise da partida de ontem. Mas não consigo e nem quero me lembrar do que aconteceu. Prefiro fingir que foi um pesadelo, uma piada de mau gosto.

Conca! Conca!

Conca! Conca!

Ciente desta cituação, postarei abaixo uma crônica que li em um fórum e que achei espetacular. Uma crônica que representa bem o que estou sentindo agora. O texto é meio grande, mas vale a pena, confiem.

De campeão a guerreiro: que venha o guerreiro campeão!

Janeiro de 2010. Uma enfermeira observa os aparelhos de um paciente. Prepara um de seus medicamentos, quando, de repente, ouve-se o hino do Fluminense, vigoroso. Era o toque de seu celular. A dificuldade para livrar-se dos remédios, alcançar o aparelho no seu bolso e uma pequena queda deste, permitiram que o hino tocasse até o “… quem espera sempre alcança”.

Seu “alô!” não foi ouvido do outro lado. Desligaram.

O paciente abrira os olhos, que, embaçados, não lhe permitiam distinguir imagens. O hino tricolor irrompe mais uma vez. Sérgio, o paciente, tenta firmar os olhos. As imagens não são nítidas, mas o som … . Ah! Doce era a seus ouvidos.

Ele soergue centímetro sua cabeça e comenta:

- Isso é que é ser tricolor. Você traz um gravador com o hino gravado pra ouvir no trabalho.

O susto foi grande. O celular cai mais uma vez e a chamada, de novo, não é respondida. A uma exclamação limitou-se: – Meu Deus!

- Eu também sou tricolor. Disse Sérgio em voz embargada.

- O senhor acordou. Que bom! É milagre!

- Só pode ser de João de Deus, com hino do Flu e tudo. Disse sorrindo meio torto o paciente tricolor.

A enfermeira nem respondeu. Saiu em desabalada, abriu a porta gritando pelo Dr. Paulo, que, não tardou, veio ao quarto 84 onde Sérgio estava.

- Bom-dia! Como está? Sente algo? Perguntou o jovem Dr. Paulo.

- Meio cansado doutor. Queria só levantar um pouco a cabeça, mas é meio difícil.

O médico sobe a cabeceira da cama e aproxima-se. Olha os equipamentos, anota dados, checa a hora, mede a temperatura e tira a pressão. O paciente aguarda e repara no jaleco do médico o seu nome ali bordado.

- Que beleza o seu nome doutor. Fácil o melhor goleiro do Brasil.

- Ah! O senhor deve estar me confundindo com o Dr. Júlio César. Puxa vida! Logo ele que é bem mais velho e flamenguista.

- Já vi que também é tricolor. Estou falando do seu nome mesmo: Paulo Victor. Nunca vi goleiro melhor.

- Meu pai acha o mesmo. Tanto que me deu o nome dele.

- Melhor do que Félix. Seu pai adivinhou que ele seria um grande goleiro.

- No gol ou no nome?

- Nos dois.

- Pena que não temos mais Paulo Victor. Disse e arrependeu-se o médico.

O espanto de Sérgio é tal que levanta seu tronco e pergunta: – Foi vendido pelo Flu?

O médico sorri. – Claro que não. Paulo Victor jamais seria vendido.

- Por um instante temi pelo pior. Não sei quando teremos um goleiro igual outra vez. Acho que vai demorar e muito.

A enfermeira interrompe: – Doutor, quer que eu chame a psicóloga ou avise a família?

- Vamos deixá-lo descansar um pouco. Chame a família. A psicóloga deverá acompanhá-los na visita.

Sérgio descansa. Em sua mente, estão as imagens do casal 20, Washington e Assis, e de seus gols. Lembra-se dos lances do seu time. O gol contra o Flamengo aos 46 minutos do segundo tempo na decisão de 1983, o gol de Romerito contra o Vasco, e os títulos seguidos de tricampeão carioca e de campeão brasileiro.

Duas horas depois, Sérgio vê um rosto familiar entrar em seu quarto. Espanta-se. Era seu avô, morto na década de 70. Exclama:

- Vô! Porra vô! Agora não. Tô novo ainda. Eu sei que eu não acredito nesse troço de vida após …

- Filho! Sou eu filho, seu pai. Não sou seu avô.

- Pai? Que cabelinho chinfrim é esse? E o que sobrou tá branco. Que houve?

- Filho, eu envelheci.

- Tudo por preocupação por causa do meu acidente? Eu tô bem pai. Já estou conversando, já comi alguma coisa. Daqui a pouco volto pra casa. Perdi muita aulas?

A porta abre mais uma vez. – Bom-dia a todos. Como estamos? A conversa de vocês vai bem?

Era a psicóloga. Sérgio apressa-se a dizer que está tudo bem, que estranhou os cabelos brancos de seu pai, que achava que ele não devia ter se preocupado tanto por aquele acidente de carro e que nada de mais grave havia acontecido. A doutora o interrompe.

- Sérgio, você esteve dormindo por um bom tempo. Seu acidente foi em janeiro de 1986. Nós estamos em janeiro de 2010.

O choque foi absoluto. Abraços, choradeira, pai, mãe, irmãos, sobrinhos nunca vistos, e amigos. Por algum tempo, pouco tempo, o Fluminense foi esquecido.

Na chegada à casa na Tijuca, o quarto de Sérgio estava como o deixara. Uma TV colorida de 14 polegadas à qual se ligava um console de Atari e um mini computador TK85 com um livro de Basic, uma máquina de escrever Olivetti, um pôster do Fluminense campeão brasileiro de 84, outro da Vera Fischer e mais um com a Rose di Primo, linda sobre uma moto, além de uma coleção de discos, entre LP’s e compactos, e uma caixa de fitas cassete.

Sérgio pede para ficar só. Abre seu armário. Tudo estava como antes. Um monte de camisetas e shorts Canalonga e Fast Feet, calças da Ocean Pacific, algumas camisas da Company e um time de botão de galalite guardado com carinho. Dentre os calçados, aquele famoso kichute artilheiro. Numa gaveta, achou uma camisa branca do Fluminense oficial da Le Coq Sportiff, além de uma coleção de revistas da Playboy.

Abre a da Magda Cotrofe, que ainda registra a marca de um de seus últimos momentos de gozo.

As mulheres? Ainda as achava lindas, mas como estariam após esses 24 anos? As roupas não mais serviam: ou não cabiam ou eram anacrônicas. Viu-se no espelho. Encontrara-se afinal, mas não se reconhecia. Abatido por certo, mas também estava meio grisalho e com marcas no rosto. Descobrira por que o chamavam de senhor no hospital.

Encontra, por fim, uma flâmula tricolor com todos os campeonatos cariocas e brasileiros conquistados pelo Fluminense. Caíra da parede e guardaram-na, com certeza.

Sérgio pega a flâmula e sai do quarto. Encontra seus pais e pergunta:

- Vocês me contaram sobre tudo mesmo, não? Toda a verdade e tudo o que aconteceu, não é?

- Claro meu filho. Contamos-lhe tudo. Nada omitimos. Você deseja mais alguma coisa? Quer mexer no seu quarto?

- Quero. Vou mudar tudo. Quero tudo novo. Uma realidade atual. A primeira coisa a atualizar é esta flâmula.

- Os pais engolem a seco. – Atualizar o quê? Pergunta sua mãe.

- Quero saber quantos títulos ganhou o meu Flusão nesses 24 anos em que dormi e ver se a flâmula aumentou de tamanho. Só de Brasileiro devem ter mais uns três. Carioca é mole. Devemos ter ganho mais uns dez, pelo menos.

A pergunta fatídica está por vir, pressentem os pais de Sérgio. Não tarda e ele pergunta:

- Pois é! Vocês me contaram uma porção de coisas, mas até agora não me disseram como está o meu Fluminense. E aí paizão? Quantos títulos a mais a gente pode colocar nessa flâmula?

Meio sem jeito, o pai busca uma saída.

- Filho! 24 anos, 3 ou 10 títulos? Acho que isso são só números. Sabe o que os tricolores aprenderam em todos esses anos? Que números nada dizem. Tal como você voltou do coma e ninguém acreditava, os tricolores aprenderam que nada é impossível quando somos guerreiros. Os tricolores sabem que os matemáticos são péssimos de futebol e de memória. Os matemáticos de hoje esqueceram as lições básicas de Malba Tahan, no “Homem que Calculava”, quando Beremiz Samir afirmava que “da incerteza do cálculo é que resulta o indiscutível prestígio da matemática.”

O velho jovem não compreendia bem o raciocínio. – Como pai? Perguntava, lembrando-se do livro de Malba Tahan que seu pai lhe dera há muitos anos atrás.

É isso filho. Isso mesmo. Nós tricolores seguimos as lições de Malba com coração e luta. Como aquele provérbio dito pelo rei El-Harit no livro: “é preciso desconfiar sete vezes do cálculo e cem vezes do calculista”.

- Xiii! Pai, não entendi essa coisa de matemática não.

Em percebendo que conseguira desviar a atenção do filho, o pai, mais calmo, aconselha:

- É uma longa história meu filho. Mas fique tranquilo. Vista sua camisa tricolor com orgulho. Saiba apenas uma coisa: dentre os tricolores, você é o que dormiu campeão e acordou Guerreiro.

Autor: desconheço.

Deixe um comentário

A história do Fla-Flu #5

[Estatísticas] [31/01] Fla-Flu

Fluminense e Flamengo se enfrentarão na noite de hoje pelo Campeonato Carioca. O ganhador já estará praticamente no cruzamento entre os quatro melhores do torneio, enquanto o derrotado terá um trabalho mais árduo pela frente, principalmente pelo abalo psicológico.

Ambos os times já se enfrentaram 376 vezes, com 120 vitórias tricolores, 123 empates e 133 derrotas. A última nossa última derrota foi no dia 04 de Outubro de 2009, quando o rival fez 2×0. Por outro lado, nossa vitória mais recente foi no dia 10 de Fevereiro de 2008, quando Thiago Neves comandou o créu.

Será uma partida equilibrada?

O Menguinho não perde pra gente há 8 jogos, o que dá mais ou menos 1 ano, 8 meses e 4 dias.

Desde o nosso primeiro jogo, que aconteceu no dia 07 de Julho de 1912, as redes já foram balançadas 1.056 vezes! Uma média de 2,81 gols por partida.

Não se pode perder!

Será que o bandido do árbitro Marcelo de Lima Henrique vai roubar outra vez a favor do Flamengo? Esse ladrão (é isso o que ele é) tem um histórico bem polêmico (para não dizer criminoso) das partidas apitadas em jogos rubro-negros. Vamos torcer, de verdade, não estou a fim de ver mais um Baldassi no primeiro clássico da década.

Deixe um comentário

A história do Fla-Flu #4

Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir desculpas por não ter escrito o especial ontem, não consegui ter acesso à Internet e tive que adiar a última parte para amanhã.

Créu

Durante mais de uma década o clássico entre Fluminense e Flamengo estava entediante. Nada tão importante havia acontecido após o gol de barriga de Renato Gaúcho. O jejum de emoção acabou no dia 10 de fevereiro de 2008, quando Thiago Neves comandou a festa do créu em cima dos rubro-negros!

Thiago Créu Neves

Ambos os times entraram mistos para a partida, poupando seus jogadores para a Libertadores, se não me engano. O Fla abriu o placar, mas isso não importa. É apenas um pequeno detalhe. Não me recordo qual foi a ordem dos gols do tricolor, estava ouvindo a partida no rádio do carro, esquecendo a festa que estava acontecendo para ouvir o jogo.

TN10 fez dois golaços de falta e outro com uma jogada individual brilhante! De quebra, Maurício ainda deixou o dele.

Parece que faz tempo, mas foi a menos de dois anos. Infelizmente, foi a nossa última vitória em cima dos nossos maiores rivais desde então. Torcemos para que amanhã, possamos quebrar o jejum. Não precisa nem ser um novo créu, um a zero já é goleada.

Comentários (1)

A história do Fla-Flu #3

O gol de barriga

Como falar de Fluminense e Flamengo sem falar do Campeonato Estadual de 1995? Era ano do centenário rubro-negro, o Império do Mal Flamengo tinha contratado um time, honestamente, excelente, que viera para conquistar o título regional daquele ano.

O tricolor, por sua vez, vinha com um time mais modesto, tentando quebrar um jejum que já durava dez anos e, principalmente, ter o prazer de estragar o ano do aniversário de cem anos do maior rival.

Re-na-to! Ga-ú-cho!

A data da grande finalíssica foi 25 de junho. Foi o dia do maior Fla-Flu de todos os tempos. Histórico, emocionante, suspense até o minuto final. Jogo digno de um Fla-Flu, e, perdoem-me o trocadilho sem graça, mas naquela ocasição, digno de um Flu-Fla.

O Flu conseguiu terminar a primeira etapa com uma diferença de dois gols ao seu favor! O adversário estava nervoso, jogando muito mal. Parecia até que estava com dois a menos em campo.

Partida reiniciada, o Flamengo conseguiu empatar a partida, fazendo o mais difícil: jogando bem. O empate era o suficiente para eles levarem o troféu do centenário, mas ao invés de pressionar e tentar virar, o Fla voltou a jogar como time pequeno.

O que já era difícil tornou-se utópico! O Fluminense precisava fazer, pelo menos, mais um gol e, agora, com um a menos. Lira chegou em Fabinho violentamente e foi expulso. Aos cinquenta do terceiro tempo, Ailton recebe a bola e passa pela marcação. Não tenho a menor idéia do que passou pela cabeça dele, mas se o jogador tricolor era religioso, ele deve ter rezado e muito para o último ataque fluminense se transformar em gol da salvação.

O centroavante acertou um chutaço, mas não era o suficiente. Assistindo ao replay do lance, vemos que a bola não acertaria o gol. Foi então que a bola encontrou Renato Gaúcho, por sinal, mal marcado pela defesa vermelha-preta que, por sorte ou por habilidade, consegue “empurrar” a bola para dentro do gol com sua barriga. Flu 3 x 2 Fla e o título era N-O-S-S-O!

Detalhe para o placar ao fundo...

Fluminense, bicampeão de centenários: 1995 e 2002.

Sem dúvidas, uma prova da superioridade do verde, do branco e do grená em relação aos monótonos vermelho e preto, cores que não conseguiram nem um título no ano do centenário do clube por elas representadas.

Deixe um comentário

Posts mais antigos »
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.